quinta-feira, 16 de setembro de 2010

BENEFÍCIOS DA AMAMENTAÇÃO

A amamentação não beneficia apenas os bebês. Além de todas as vantagens do leite materno aos recém-nascidos, a amamentação também traz inúmeras vantagens às mães. Além de auxiliar na perda de peso e voltar à forma mais rapidamente, a amamentação vem se mostrando benéfica para reduzir as chances de importantes complicações de saúde, como a síndrome metabólica. A síndrome engloba uma série de fatores de risco relacionados à obesidade e metabolismo, que podem indicar propensão a diabetes e a doença coronária.

Este é o resultado obtido em um estudo recentemente finalizado pelo Departamento de Pesquisa do Kaiser Permanente, na Califórnia, Estados Unidos. O estudo é uma publicação da Associação Americana de Diabetes (American Diabetes Society), que serve de alerta para nutricionistas, médicos e outros profissionais de saúde ligados ao atendimento de gestantes e parturientes.

De acordo com o trabalho, coordenado pela epidemiologista e pesquisadora Erica Gunderson, a proteção se mostrou ainda maior para as mulheres que desenvolveram diabetes gestacional.

Segundo a pesquisadora, a amamentação reduziu os riscos de síndrome metabólica de 39% a 56% entre as mães sem diabetes gestacional, e de 44% a 86% entre as que apresentaram o distúrbio durante a gravidez, conforme o tempo de amamentação, que variou de um a nove meses.


O estudo

Financiado pelo Instituto Nacional de Saúde americano, o estudo prospectivo teve duração de 20 anos e foi o primeiro a avaliar todos os componentes da síndrome metabólica desde antes da gestação até o fim da lactação.

Foram acompanhadas 704 mulheres entre 18 e 30 anos de idade, sem filhos e sem nenhum indício de síndrome metabólica até o início do estudo. Depois da gestação, e ao longo dos 20 anos de seguimento, foram diagnosticados 120 casos de síndrome metabólica.

Nos Estados Unidos, a síndrome atinge quase 40% das mulheres entre 20 e 59 anos de idade. Portanto, a gravidez está quase sempre neste período vulnerável.

Na conclusão, os pesquisadores sugerem a necessidade de mais investigações sobre o mecanismo pelo qual a lactação influencia o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Também acham importante que se avaliem melhor variáveis como estilo de vida ou duração da lactação no desenvolvimento da doença arterial coronária e do diabetes tipo 2, particularmente entre grupos de alto risco, como no caso de mulheres com histórico de diabetes gestacional.

Isso porque há evidências de que as mulheres que amamentam perdem o peso adquirido na gravidez com mais facilidade, e que isso as levam a estilos de vida mais saudáveis. Porém, segundo os pesquisadores, essa proteção do aleitamento materno sobre a síndrome metabólica pode não estar relacionada ao peso da mãe. Então é preciso confirmar se a redução da gordura abdominal e da resistência à insulina supostamente promovidas pela lactação são determinantes na associação entre a amamentação e o menor risco de síndrome metabólica.

Este estudo é parte do CARDIA (Coronary Artery Risk Development in Young Adults), um estudo multicêntrico, longitudinal, desenvolvido para descrever o desenvolvimento de fatores de risco para doença coronária em adultos jovens de quatro áreas geográficas distintas dos Estados Unidos.


Referência(s)

Division of Research. Kaiser Permanente. Disponível em http://www.dor.kaiser.org/external/home_default.aspx. Acessado em 16/12/2009.

Coronary Artery Risk Development in Young Adults (CARDIA). Disponível em http://www.cardia.dopm.uab.edu/o_brde.htm. Acessado em 16/12/2009.

Os benefícios do ovo para a sua saúde!!

Os benefícios do consumo de ovo PDF Imprimir E-mail
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Ovo de galinha faz mal ou faz bem?
Depois de ser considerado o grande vilão das doenças cardio-vasculares e de problemas de colesterol, matéria publicada na revista veja no último dia 04 de outubro, desmente muitos mitos e apresenta até mesmo vantagens no consumo de ovos de galinha, tais como a ingestão da Colina, substância responsável pela formação de tecido cerebral e tão importante quanto o ácilo fólico na gravidez. Ao longo das últimas décadas, o ovo carregou a má fama de inimigo da saúde cardiovascular. Como a gema é rica em colesterol, seu consumo foi associado ao aumento no risco de infarto e derrame. Foi necessária a revisão de mais de 200 estudos, realizados a partir da década de 80, com cerca de 8.000 pessoas, para chegar à sentença (definitiva, pelo menos até agora) de que o ovo tem mesmo substâncias potencialmente nocivas mas privar-se dele na dieta pode ser ainda mais danoso. Recentemente se descobriram três novos bons motivos para levá-lo de volta à mesa. Presente na gema, a colina é um nutriente vital para o bom funcionamento do cérebro. Além disso, o ovo é uma excelente fonte de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar. Do total de gorduras contidas em um ovo, a maioria é de monoinsaturadas a gordura do bem, protetora do coração.
Com o ovo condenado por tanto tempo, muita gente deixou de consumir o alimento e, junto com ele, uma série de nutrientes essenciais ao organismo. Muitos deles podem ser encontrados em outros alimentos, mas a colina, em especial, é abundante sobretudo no ovo. Uma unidade tem cerca de 130 miligramas de colina, enquanto uma posta de 100 gramas de salmão tem 56 miligramas. Recentemente, pesquisadores das universidades Harvard e da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, analisaram a dieta de 2.000 mulheres e detectaram que as americanas ingerem uma quantidade de colina inferior à considerada ideal 314 miligramas diários, contra os 425 miligramas recomendados. A colina é especialmente importante na gravidez. "Vários estudos já mostraram que ela é tão ou mais importante do que o ácido fólico durante a gestação", diz o professor Cícero Galli Coimbra, do departamento de neurologia da Universidade Federal de São Paulo. A colina consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto. Além disso, outras pesquisas mostram que a substância é essencial para a saúde do cérebro, inclusive na formação de novos neurônios. Por essa razão, o consumo de colina é indicado na prevenção das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Alçada à condição de substância de 1.001 utilidades, a colina já pode ser encontrada em cápsulas, barras de cereais e bebidas energéticas.
Além de conter colina, o ovo é rico em proteínas. "Depois do leite materno, o ovo de galinha é a proteína animal mais completa e barata", diz o professor Antonio Gilberto Bertechini, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Outro benefício do ovo é a presença de antioxidantes, como a luteína e a zeaxantina, que ajudam a prevenir a degeneração macular. O baixo teor de gordura constitui mais uma vantagem do alimento. Uma unidade tem em média 7 gramas de gordura total apenas 1,5 grama é gordura saturada, a metade do que se encontra numa fatia de queijo branco, considerado um alimento magro e saudável. "O ovo é o alimento de menor valor calórico com relação a outras fontes protéicas", diz a nutricionista Eda Maria Scur. Um ovo tem cerca de 70 calorias. Um bife de 120 gramas, igualmente rico em proteínas, tem o dobro desse valor. O consumo de quatro gemas por semana é suficiente para obter todos esses benefícios.
De fato, o ovo tem muito colesterol. Uma unidade contém 213 miligramas da substância, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração, que é de 300 miligramas. O erro, no entanto, é imaginar que todo esse colesterol, depois de ingerido, tem como destino certo o entupimento das artérias. Para 70% das pessoas, o colesterol da comida não causa impacto significativo nos níveis de gordura circulante no sangue. A elas, que não têm problema de colesterol, permite-se o consumo de até um ovo por dia. Para os 30% restantes, sugere-se moderação, mas não necessariamente a eliminação total do ovo do cardápio especialmente se ele não dividir o prato com gorduras trans. Essas, sim, estão na mira dos médicos.
Nutriente Porcentagem com que um ovo contribui para as necessidades diárias recomendadas
Previne contra doenças cardiovasculares Ácido Fólico 7,50%
Vitamina B12 51,00%
Vitamina B2 11,00%
Biotina 40,40%
Faz bem para os ossos Vitamina D 21,00%
Fósforo 14,80%
Fortalece o sistema imunológico Ferro 13,20%
Zinco 6,00%
Tem ação antioxidante Vitamina A 9,60%
Proporciona sensação de bem-estar Triptofano 21,90%
Ajuda a aprimorar as funções cerebrais e previne contra doenças neurodegenerativas Colina 26,00%
Ajuda a limpar as artérias Gorduna monoinsaturada 2,50%
Preserva a saúde daas células e ajuda a aumentar a massa muscular Albumina 14,00%
*Com base numa dieta de 2000 calorias diárias

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ração Humana Emagrece?

A utilização da ração humana auxilia no emagrecimento pois tem a função de estabilização do sistema digestivo e diminui a absorção da gordura. É importante destacar que a ração humana emagrece, desde que sejam feitos exercícios físicos. Idealmente, a prescrição da ração deve ser individualizada, pois cada pessoa tem as suas peculiaridades. Sempre é recomendado consultar um nutricionista.
O ideal é evitar comprar a ração humana pronta porque ela pode perder as propriedades pela forma como foi armazenada. Embora não seja muito prático, as nutricionistas orientam a comprar cada um dos ingredientes que são vendidos a granel e fazer a mistura em casa. Assim, você também tem a garantia do que está consumindo.

Receita da Ração Humana

Ração Humana

1. Ingredientes da Ração Humana

Linhaça

É rica em ácidos graxos Ômega 3, sais minerais e vitaminas. Auxilia na regularização do intestino, tem ação antiinflamatória, aumenta a atividade do sistema imunológico, além de possuir uma substância que protege contra tumores de mamas, ovários e próstata.
Para mais informações, visite a página sobre a linhaça.

Colágeno

Usado para enrijecer os tecidos da pele, eliminar rugas e aumentar a tonicidade dos músculos. Fortalece unhas, cabelos e hidrata a pele, dando-lhe maior resistência, mais espessura, crescimento e brilho. Fornece aminoácidos fundamentais para a manutenção dos ossos e a reconstituição ou regeneração de algumas articulações.
Para mais informações sobre o colágeno, visite a página sobre o colágeno.

Fibra de trigo

Estimula os movimentos naturais do intestino, combate a prisão de ventre e favorece a eliminação de toxinas dos órgãos de digestão e excreção. As fibras são muito importantes também na prevenção de hemorróidas, câncer e obesidade.

Aveia

Contém uma espécie de goma que envolve as moléculas gordurosas, dificultando a absorção destas pelo organismo. A aveia auxilia no combate ao colesterol, estimula o apetite. Além disso, ela é essencial ao crescimento humano, fortificando o músculo cardíaco, regulando o sistema nervoso e fortalecendo a pele e os cabelos. Por isso ela é tão utlizada em produtos de beleza.

Leite de Soja

É rico em proteínas, vitaminas, sais minerais e lecitina, que tonifica o sistema nervoso. Ele também contém um hormônio natural vegetal que age no organismo como estrogênio, ajudando na redução de sintomas associados com a menopausa. Auxilia também na redução de colesterol no sangue e na prevenção e tratamento de muitos tipos de câncer; fornecendo ao organismo a quantidade adequada de proteínas, carboidratos, vitamina E e vitaminas do complexo B e Ômega 3.

Açúcar mascavo

Extraído da cana-de-açúcar, não passa por processo de refinamento, mantendo assim as vitaminas e sais minerais do caldo da cana. Contém vitaminas e grande quantidade de minerais – entre eles o ferro, o magnésio, o cálcio e o fósforo.

Castanha

É rica em folato e vitaminas C e B6. É excelente fonte de ferro, fósforo, riboflavina e tiamina.

Amêndoa

É relativamente rica em vitaminas B1, B6 e principalmente vitamina E. A amêndoa é um dos alimentos vegetais mais ricos em cálcio e fósforo. Contém quantidades importantes de magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre. As amêndoas são ótimas para curar o stress, a depressão, a fadiga e o colesterol elevado.

Gergelim

Alimento muito rico em cálcio e fósforo. O gergelim possui em sua composição óleo de ótima qualidade biológica, proteínas, lecitina, vitaminas A, E, B1, B2, niacina e minerais. Possui muitas fibras, cálcio e ferro, constituindo-se num ótimo complemento alimentar. Tonifica os nervos, combate dores reumáticas, tumores, acido úrico, memória fraca, hemorróidas, gastrites, ulcera, prisão de ventre, pressão alta. É um excelente repositor de cálcio.

Gérmen de Trigo

Contém vitaminas dos grupos A, B, D, F, K e principalmente a vitamina E, que regenera os tecidos. Combate a menstruação irregular, dificuldades de crescimento e desenvolvimento, fraqueza muscular e infecções. Combate também doenças reumáticas, como o torcicolo, reumatismo muscular e nervoso, doenças cardíacas e circulatórias.
Ração Humana
Como a receita da ração humana tem muita fibra,o intestino funciona muito bem, mas é preciso tomar muito líquido. Tomando pouco líquido o efeito pode ser contrário.
A ração humana também nunca deve ser usada para substituir as refeições. Ela deve ser usada como um complemento no café da manhã ou no lanche da tarde. O emagrecimento não é restrição e diminuição brusca de alimento. É um controle e um equilíbrio alimentar ao longo do dia.

2. Modo de Preparo da Ração Humana

Ração Humana
  • Utilize a mesma quantidade de cada componente. A porção recomendada é de 50 gramas de cada componente.
  • Bata no liquidificador os ingredientes que não sejam em pó e depois misture-os. Guarde em recipiente escuro para evitar a oxidação.
  • Conserve a ração humana em geladeira, por no máximo 10 dias.

3. Consumo da Ração Humana

  • Uma a duas colheres de sopa por dia com água, leite ou um suco de sua preferência.
A Ração Humana e uma mistura de cereais e outras substâncias que esta sendo comercializada de forma indiscriminada e muitas das  vezes sem uma orientação de uma profissional Nutricionista e sendo assim pode trazer resultados não esperado pela pessoa que as consome.

Esta substância deve ser consuminda sob orientação de um profissional Nutricionista e devemos tomar cuidado com as diferentes composições das diferentes rações que são comercializadas.